segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A sabotadora

Por que ressuscitar o passado?
Ou será que o passado ressuscita a si mesmo?
Fechar minhas cortinas
Apagar minhas memórias
Se ao menos fosse tão simples.


Tristeza invade o meu espírito
Um visitante indesejável
Rompendo minhas defesas,
Penetrando meu escudo áurico


Talvez eu esteja trabalhando contra o meu destino
Talvez isso tenha sido orquestrado
Pela minha mente sangrenta
Minha recusa a recuar, lamber minhas feridas


Quem pode dizer a fonte?
O tormento interior profundo de;
"Dê-me outra chance!"
Desta vez, não vou sabotar
minha felicidade
Natasha*

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