Tal agonia de espírito
Estou no mais profundo poço
Onde? Quando?
Como?
Eu fabrico
tal tormento
Para mim?
Que ação vil
Eu cometi?
Em que vida?
Quais frases foram
Um presente para
Tornar ocas, tais
sonhos?
Eu não consigo pensar
Minha mente
tornou-se
Uma calha embargada
Com o cheiro
da decomposição da
Esperança.
Eu não consigo ver
Meus olhos não conseguem
Se voltar para o interior
Longe da visão
Pós apocalítica
que está diante de mim
Onde ontem
Crescia brotos da primavera.
Eu não posso mentir
sempre leiga em
Minhas fraquezas
Essa é a minha ruína
tais sentimentos
Eu teria evitado
Se eu tivesse nascido
Com espessamento da pele.
Natasha*
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