segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Liberta-me

Liberta-me rapidamente dos seus olhos avermelhados,
Eu não posso suportar mais sorrisos artificiais.
Saudações falsas com o seu disfarce alegre,
Alivie meu coração partido, eu imploro.

Dias cheios de sol e um semblante feliz,
Olhares amorosos durante um doce repouso,
As mudas puras exuberantes destas lembranças
Se fazem carne podre de uma rosa murcha.

O amor são  asas selvagens e melancólicas
Da qual os sonhos voam além das nossas vontades.
Então o amor se transforma em uma amarra apertada,
Com cordas grossas e puídas que sufocam a alma.

Em um mundo perfeito, o amor não tem limites,
Mas nada vive e amadurece sem mácula.
Este poema  foi escrito em tinta jovem.
Natasha*

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